“Como ribeiros de águas, assim é o coração do rei na mão do Senhor; este, segundo o seu querer, o inclina” (Provérbios 21:1)
"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina" (Cora Coralina)


23 de janeiro de 2012

MP articula finalização de casas que vão abrigar moradores do lixão de Aparecida

Representantes do Ministério Público de Goiás visitaram hoje (20/1) moradias improvisadas instaladas em torno do lixão de Aparecida de Goiânia e as obras do conjunto residencial que irá abrigar as famílias, a serem transferidas quando concluídas as construções. O conjunto habitacional, denominado Retiro do Bosque, é financiado pelo Programa de Subsídio à Habitação (PSH), do governo federal, com a contrapartida do Estado, por meio da Secretaria das Cidades.

Pelo Ministério Público compareceram o coordenador do Centro de Apoio Operacional do Consumidor, Érico de Pina Cabral; a coordenadora para assuntos da Região Metropolitana de Goiânia, Suelena Carneiro Jayme, e a promotora Patrícia Teixeira Guimarães Gimenes, que atualmente está na coordenação do Projeto do Entorno, mas é titular da 14ª Promotoria de Justiça de Aparecida de Goiânia, com atribuições na área de Meio Ambiente e Urbanismo. Também estiveram presentes o presidente da Saneago, Nilson Freire; o secretário Estadual de Cidades, Igor Montenegro, além de representante da Celg.

Segundo esclarece a promotora Suelena Carneiro, a prefeitura de Aparecida de Goiânia tem um plano de construção de um conjunto habitacional para a transferência das famílias que vivem no lixão, desde 2009. No entanto, por entraves financeiros entre a construtora responsável e o banco gestor dos recursos, as obras estão paralisadas desde agosto de 2009.

Conforme constatado na visita, 22, das 64 casas, já estão em fase de finalização. Assim, a partir de compromissos assumidos pelos órgãos, ficou definido que, num prazo de 60 dias, a Saneago providenciará as ligações de água para as residências e a Celg fará o ligamento de energia para aquelas que estão semiprontas.

O Ministério Público, por sua vez, vai promover reunião, na próxima semana, com representantes da prefeitura de Aparecida de Goiânia, da Secretaria das Cidades, da construtura responsável pelas obras, do banco gestor dos recursos e da Agência Goiana de Habitação (Agehab) para análise das possíveis soluções para o impasse da paralisação das obras. O secretário Igor Montenegro, no entanto, garantiu que, caso necessário, a Agehab irá assumir a conclusão das obras, para que a transferência das famílias seja imediata. (Texto: Cristina Rosa - foto: Isabela Dias / Assessoria de Comunicação Social do MP-GO)

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